sábado, 30 de junho de 2012

PSB DA PARAÍBA E A CAÇA AS BRUXAS


A caça às bruxas foi uma perseguição religiosa e social que começou no século XV e atingiu seu auge nos séculos XVI e XVII. A expressão "caça-às-bruxas" costuma ser utilizada em diversas outras ocasiões.  Como exemplo o que aconteceu em nosso País durante a ditadura militar.
  12:34

BARBOSA SUGERE QUE ROSEANA MEIRA DEIXE O PSB

O presidente do Partido Socialista Brasileiro em João Pessoa, Ronaldo Barbosa, conversou com a imprensa na manhã desta quarta-feira (27) e afirmou que a secretária de Saúde da prefeitura de João Pessoa, Roseana Meira, deve se desfiliar do partido. “Espero que ela tenha ombridade de pedir a desfiliação”, disparou. “Isso é o mínimo de ética. Se você não gosta de uma casa, saia dela”, completou.
Para Barbosa, como a Secretária não defende o projeto socialista, não haveria motivos para ela permanecer nos quadros do partido.
Ronaldo Barbosa revelou ainda que não tem garantias da inscrição da candidatura do vereador Ubiratam Pereira (PSB). Ele disse que caso Bira não apoie a candidatura de Estelizabel Bezerra (PSB) cabe ao partido decidir se ele terá ou não legenda negada. “Se depender de mim ele terá legenda, mas isso depende do partido. Espero que ele venha para a campanha de Estela”, afirmou.
O PSB já nasceu combatendo o atraso, a exploração e o autoritarismo. mesmo quando existia enquanto grupo dentro da UDN. Desde a sua fundação, o Partido procura ser coerente com o seu Estatuto, que reza:
"§ 1º O PSB é a denominação que tomou a antiga Esquerda Democrática, por força da Resolução do TSE de 6 de agosto de 1947. 
§ 2º O PSB, historicamente, é produto e continuidade das experiências e lutas sociais, políticas, econômicas e culturais do povo brasileiro e dos trabalhadores em particular para a construção da democracia e do socialismo”.
Mas aqui na Paraíba, o PSB  conseguiu fazer um coletivo que de lobos perseguidores
cidadã feminista


CONVENÇÃO DO PT EM CUITÉ VENCE ALIANÇA COM PMDB


PMDB de Cuité fará convenção dia 30 e definirá vice



 O Partido do Movimento Democrático Brasileiro - PMDB faz sua convenção hoje sábado (30), no Ginásio Municipal Waldemir Alves, a partir das 14 horas.
Na oportunidade o partido estará homologando as candidaturas a prefeito, vice- prefeito e vereadores, como também as coligações.
O Julio Cesar é o candidato natural a vice, é lamentável que o Fabiano não tenha se organizado para o enfrentamento democrático na convenção. É uma pena ver essa disputa na mídia, 
Nós  queremos aqui discutir a questão de ficha limpa ou suja, pedimos aqui através desse blog que deu transparência a todas ações do governo encabeçado pelo PMDB, que os convencionais votem no candidato que é melhor para dar continuidade ao belo trabalho executado até hoje.
       Saudações 
Dani Rocha e Sonia Lacerda





CONVENÇÃO DO PT EM CUITÉ VENCE ALIANÇA COM PMDB












Historicamente o Partido dos Tralhadores de Cuité - Pb, fez aliança com a política conservadora do PFL-DEM e PSDB, hoje a convenção derrubou o conservadorismo e aprovou apóio a candidatura da prefeita EUDA FABIANA do PMDB.  Carlos Bezerra e Cavalcanti articularam para não perder o trem da história.
Agora companheir@s é só seguir em frente
cidadã feminista

























sexta-feira, 29 de junho de 2012


SEX, 29 DE JUNHO DE 2012 14:04 DANIEL PEARL BEZERRA



Share1A prefeita Luizianne Lins deve anunciar a biofarmacêutica Maria da Penha Fernandes como vice na chapa de Elmano de Freitas, candidato à sucessão na prefeitura, pelo PT, segundo informou o colunista da revista Época, Felipe Patury.
Maria da Penha dá nome à Lei 11.340, que pune com rigor as agressões domésticas a mulheres. Ao indicá-la para compor a chapa, Luizianne Lins tentaria, segundo o colunista Felipe Patury, superar o fato do candidato Elmano de Freitas não ser ainda tão conhecido pelos eleitores de Fortaleza.
O POVO Online entrou em contato com o presidente municipal do PT, Raimundo Ângelo, e a assessoria de Elmano de Freitas, que não confirmaram a informação. Redação O POVO Online, com informações da Época.
Divulgue o Blog da Dilma - dia 14 começa a votação do TOP BLOG 2012:

FEMINISTA TEM O DEM COMO VICE, A CONVITE DO RC


29 de Junho de 2012

Efraim Filho confirma que será vice de Estelizabel

Efraim Filho confirma que será vice de Estelizabel
Através do seu microblog no Twitter, o deputado federal Efraim Filho (Democratas) confirmou às 10h40 desta sexta-feira (29), que aceitou o convite do governador Ricardo Coutinho e será candidato a vice-prefeito na chapa do PSB, encabeçada pela jornalista Estelizabel Bezerra.

Filho do ex-senador Efraim Morais, o deputado está em seu segundo mandato na Câmara Federal. Para disputar a eleição de vice-prefeito não precisa se licenciar do mandato, embora haja especulações de que possa abrir vaga para Edvaldo Rosas, primeiro suplente e presidente estadual do PSB.

A confirmação de que será candidato a vice foi do próprio Efraim. Ele postou no Twitter: “Amigos aceitei o convite do governo e vou compor chapa junto com Estelizabel para disputa pela Prefeitura de João Pessoa. Conto com vocês”.

O PSB de João Pessoa e os partidos aliados acabam de convocar uma entrevista coletiva para as 11 horas da manhã desta sexta-feira (29), no Canal 40, em Mangabeira, onde será anunciada o nome que irá compor a chapa majoritária na condição de Vice-Prefeito(a) ao lado de Estelizabel.

O nome escolhido veio do arco de alianças anunciado pela legenda (PSD, PV e DEM).

O deputado Efraim Filho (DEM) era o mais cotado pela imprensa.




http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20120629090317&cat=politica&keys=efraim-filho-confirma-sera-vice-estelizabel

TORTURA NUNCA MAIS? OS OPERADORES DA LEI CONTINUAM USANDO A TORTURA


“Não vai falar, vagabunda?”, dizia o torturador

29/06/2012
 
 
 
 
 
 
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Vítima mostra as marcas da algema em brasa usada em tortura em Manaus (Foto: Divulgação)
“Zero Um” é o mais nervoso dos quatro policiais militares que revistam a casa de Marlene. Depois de encontrar um cigarro de maconha, além de um relógio, munição e um computador roubados, os PMs a levam para o quarto algemada, fazem com que ajoelhe e desferem uma rodada de tapas no seu rosto, coronhadas na cabeça e chutes pelo corpo. É de “Zero Um” a ideia de pegar um saco plástico: “Não vai falar, vagabunda?”. Ele coloca o saco preto ao redor da cabeça de Marlene. Ela desmaia. 
O nome da vítima foi trocado, para preservar sua identidade, mas o apelido “Zero Um” é verídico, escolhido pelos PMs entre os codinomes usados pelos personagens de Tropa de Elite – filme que retrata a ação do grupo de elite da polícia militar do Rio de Janeiro.
Eram dez horas da noite do primeiro dia de 2012 quando a camareira de 28 anos autorizou a entrada dos policiais em sua casa, que fica em um bairro pobre de Manaus. Ela estava grávida de 5 meses, perdeu a criança dois dias depois. A “técnica” do saco no rosto para extrair informação também aparece nas cenas de Tropa de Elite.
Na vida real, era o início de uma sessão de mais de duas horas de tortura – relatados por Marlene à reportagem da Pública que a visitou na Cadeia Pública Feminina “Desembargador Raimundo Vidal Pessoa”, onde está presa desde então por posse de objetos roubados.
Marlene acordou do desmaio provocado pela falta de ar dentro do saco preto com um jato de spray de pimenta e foi arrastada para a cozinha. Mais uma vez, foi de “Zero Um” a ideia: esquentar objetos metálicos no fogão. Os policiais usaram suas próprias ferramentas de trabalho para queimá-la: primeiro, a algema, pressionada em brasa contra sua perna esquerda com a ajuda de um alicate. Depois, a ponta do cano do revólver, dentro da pele queimada pela algema – formando dois círculos circunscritos.
As marcas deixadas pela polícia no corpo da camareira são inconfundíveis. São a prova de que eles não temiam punição. Embora amplamente conhecida pela população, a tortura cometida por agentes da lei é um tabu para a Justiça. Raramente condena-se um policial ou um agente carcerário pelo crime.
Uma enraizada cultura de resistência da própria corporação dificulta o julgamento, a investigação e produção de provas. Isso quando a vítima consegue registrar a denúncia, vencendo outra série de obstáculos antes da abertura do inquérito. O silêncio realimenta o crime ao dar a segurança da impunidade aos policiais violentos.
Yahoo NoticiA

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um código penal feminista e como ele pode acabar com o drama do auto-aborto


Um código penal feminista e como ele pode acabar com o drama do auto-aborto

O novo código penal propõe que um laudo médico ateste se a mulher tem ou não condições de seguir com a gestação
É uma cadeia de tragédias: aos 37 anos, moradora de rua e dependente química, ela se descobriu grávida do terceiro filho. A única certeza que tinha é a de que não poderia ter o bebê. Ao chegar ao 5o mês de gestação ela conseguiu levantar os R$100 que precisou para comprar dois comprimidos de Cytotec, medicamento do trato gástrico com efeito abortivo e de uso restrito no Brasil. Colocou os dois comprimidos dentro de si mesma e partiu para o hospital, onde acabou tendo um parto normal. O bebê, uma menina, sobreviveu por 20 dias mas morreu por conta da extrema prematuridade.
A narrativa acima se passou em 2006, com Keila Rodrigues, moradora de Paulo de Faria, uma município de menos de 10 mil habitantes no interior paulista. Se tivesse acabado ali, a história já seria um drama digno de novela. Mas houve mais. Enquanto convalescia no hospita, Keila foi denunciada por uma enfermeira, que contrariou todas as normas éticas de direitos humanos preconizados pelo Ministério da Saúde. Ao responder por homicídio, ela foi sumariamente absolvida pela juíza Milena Repuo Rodrigues. Achou que acabou aí?
Com o perdão do clichê, desgraça pouca é bobagem. O promotor Marco Antônio Lélis Moreira recorreu e conseguiu enviar Keila a um júri popular, a se realizar em breve.
A história de Keila é uma síntese do modo hipócrita como o aborto é tratado no Brasil. É proibido, acontece ilegalmente em todas as classes sociais, mas só os mais pobres costumam ser punidos e normalmente não encontram amparo nem mesmo onde deveriam receber cuidados,como um hospital público.
Mas há uma chance de que, no segundo semestre, o Estado pare de tratar as coisas como elas deveriam ser e as encare como elas realmente são. No próximo dia 26, a comissão que elaborou a proposta do novo código penal brasileiro o entregará ao presidente do Senado, José Sarney. Na proposta, um dos artigos é revolucionário: de acordo com a proposta de lei, qualquer mulher poderá interromper uma gravidez até a 12a semana de gestação, desde que tenha um laudo médico que ateste que ela não tem condições psicológicas de ter uma criança. “Não é preciso ter depressão ou qualquer outra doença ou transtorno mental ou psicológico. Basta que o médico entenda que ela não suporta levar adiante a gravidez, que ela não deseja e aquilo lhe traz sofrimento”, afirma o jurista Luiz Flávio Gomes, que participou da elaboração do novo código. “Demos uma abrasileirada na legalização do aborto, para suavizar o choque. É uma fórmula parecida com o que foi aplicada na Cidade do México”.
 

UM CÓDIGO PENAL FEMININO

Bote a estrela no peito e mude a cidade João Pessoa


IMAGEM DO DIA…

Na ladeira que liga os bairros Mangabeira e Valentina, o morador de uma das casas alagadas, Geilson, construiu uma boia de pneu para a travessia de bicicletas e motos.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

CONVENÇÃO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS


A HORA E A VEZ DO PT EM JOÃO PESSOA

A convenção do PT João Pessoa 
Sexta-feira,  29/junho /2012 às 14 hs
 SINDICATO DOS BANCÁRIOS DA PARAÍBA 
 Avenida Beira Rio, 3.100
A HORA E A VEZ DAS MULHERES


ATENÇÃO COMPANHEIRAS E COMPANHEIROS!


  É um momento festivo e de reafirmação política das candidaturas. Vamos tod@s vestidos com peças de roupas em lilás ou roxo. Assessórios roxos, a exemplo de chapéus, lenços e perucas, também são bem vindos. Estamos levando bandeiras e faixas para socializar com tod@s.

Comissão aprova Sugestões do Cfemea para a Lei de Diretrizes Orçamentárias


Comissão aprova Sugestões do Cfemea para a Lei de Diretrizes Orçamentárias                           


Três Sugestões de Emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), relativas às formas de execução orçamentária de projetos de lei que visam à segurança física e jurídica da mulher foram aprovadas por seu relator, Jean Wyllys (Psol - RJ), na reunião ordinária da Comissão de Legislação Participativa, realizada em 27 de junho.
A primeira delas pretende determinar que a redução de desigualdades de gênero e raça seja alistada como prioridade da LDO que vigorará em 2013. Esta ação garante um combate mais efetivo à miséria, visto que há grupos especialmente impedidos de superar sua condição de extrema pobreza por serem tradicionalmente explorados. Um estudo do IPEA, destacado na sugestão, indica que 16,9% da população negra vive em condição de indigência, ou seja, sem condições mínimas de se manterem por meios próprios. A maior parte deste grupo é composta de mulheres negras, vítimas de múltiplas formas de violência e discriminação.
Ainda usando dados de estudos, que revelam o crescente aumento nas taxas de homicídio feminino, a segunda Sugestão orienta que as dotações orçamentárias destinadas ao cumprimento da Lei Maria da Penha não tenham limitação de empenho, assim como as outras obrigações constitucionais ou legais da União.
A terceira Sugestão de Decreto Legislativo sugere uma maior agilidade e clareza no acompanhamento das ações relativas ao Plano Nacional de Política para as Mulheres, através do uso de um código específico para todas as execuções orçamentárias relativas ao Plano, dentro do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal.
Tais propostas, coesas entre si, servirão para ampla discussão sobre a proteção da mulher por parte do Executivo, ampliando programas e tornando-os mais efetivos a partir da correta destinação de recursos públicos e da maior transparência em sua execução.

Publicada originalmente em http://jeanwyllys.com.br (27/06/2012).

TJ reúne autoridades para discutir violência contra a mulher


Paraíba
26.06.2012 - 18:51:36
TJ reúne autoridades para discutir violência contra a mulher

O aumento dos índices de violência contra a mulher verificado nos primeiros seis meses de 2012 foi motivo de mobilização para a desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti, após constatar que nesse primeiro semestre o número de casos de mulheres violentadas, em relação ao mesmo período do ano passado, cresceu de forma surpreendente. Preocupada com a situação, a magistrada, respondendo pela Vice-Presidência, em exercício, está convocando uma reunião, às 11 horas, no Gabinete da Presidência do TJPB, nesta quarta-feira (27), com a participação das juízas dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de João Pessoa e Campina Grande e representantes do Ministério Público. Foram convidadas também a Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana e as delegacias especializadas da mulher.
 
A desembargadora Fátima Bezerra, que também é diretora do Núcleo de Conciliação do Tribunal de Justiça, observou que vem acompanhando os índices e os percentuais do mapa da violência contra a mulher, em especial no Estado da Paraíba e, apesar do esforço que tem sido empreendido pelos poderes constituídos, bem como pelas entidades representativas, esses números crescem e preocupam. Lembrou do esforço do Tribunal de Justiça, na gestão do desembargador Abraham Lincoln, que nos últimos meses implantou dois juizados especiais de proteção à mulher nos dois principais centros do Estado.
 
A magistrada disse que o objetivo da reunião é discutir o enfrentamento à situação e alertar para a gravidade do problema que aflige a mulher e reflete na sociedade. É preciso que haja a unidade de todos os segmentos representativos. Em suas palestras a desembargadora tem advertido para a situação, conclamando para uma reflexão a respeito do tema. Lembrou que a cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil, e elas precisam reagir junto com os segmentos de apoio. “O Judiciário está disponibilizando os meios e é preciso crer na Justiça, divulgar a Lei Maria da Penha e denunciar agressões às mulheres”, afirmou.
 
De acordo com os números levantados pelo Centro da Mulher 8 de Março, em apenas quatro meses, 21 mulheres foram assassinadas na Paraíba. Esse número representa quase 50% do total de crimes que foram registrados ano passado quando 44 mulheres foram mortas. Para a desembargadora essa é uma situação que não pode persistir “A mulher não pode ser violentada e agredida, principalmente em seu ambiente familiar, e ficar impotente, sem reagir. É preciso que perca o medo, pois existem mecanismos para protegê-la”, alertou.
Link da matéria:  

FEMINICÍDIO OU FEMICÍDIO NA PARAÍBA



Feminicídio ou Femicídio é o assassinato de mulheres por motivo de gênero em meio a formas de dominação, exercício de poder e controle sobre as mesmas.








O feminicídio resulta de ações caracterizadas pela violação contínua e sistemática dos direitos das mulheres e dos direitos humanos.
O conceito de “assassinato baseado em gênero” foi introduzido por Diana Russell e Jill Radford no livro Femicide: The Politics of Woman Killing (“Femicídio: a Política da Matança de Mulheres”), publicado em 1992.



Na América Latina e no Caribe, os assassinatos de mulheres e meninas têm se intensificado ao longo dos últimos anos. Na década de 90, os assassinatos de mulheres em Ciudad Juárez, no México, atraíram fortemente a atenção pública e alcançaram uma repercussão que afetou todos os países vizinhos.




A violência contra as mulheres é um dos mais sérios problemas que afetam essa região, um problema que, em suas forma mais extrema, resulta no assassinato de centenas de mulheres e meninas e pode incluir torturas, mutilações, crueldades e/ou violência sexual. Este tipo de violência foi especificamente definido em alguns países como femicídio e, em outros, como feminicídio.




O assassinato baseado em gênero pode existir tanto durante tempos de guerra quanto de paz. Ele pode ser cometido por pessoas conhecidas da vítima (maridos, namorados, membros da família, amigos) ou desconhecidas (estupradores, assassinos, grupos criminosos).
O que todos os assassinatos têm em comum é a sua raiz a partir de relações desiguais de poder entre homens e mulheres, que atribuem às mulheres uma posição de maior vulnerabilidade e limitam, assim, a sua capacidade de usufruir os direitos à vida, à integridade pessoal, à liberdade e ao processo jurídico.



O femicídio/feminicídio acontece quando o Estado não garante a segurança das mulheres ou cria um ambiente no qual as vidas das mulheres não estão seguras nas suas comunidades e lares. Ele também ocorre quando as autoridades não cumprem suas tarefas legais da maneira devida.

"Mulher leva dois tiros enquanto amamentava em Cruz das Armas- João Pessoa - Pb.

Aline Pereira de Santana, 22 anos, estava dando de mamar a seu filho de apenas 1 ano de idade, quando foi atingida com dois tiros na noite desta terça-feira (26). "



O femicídio/feminicídio acontece quando o Estado não garante a segurança das mulheres ou cria um ambiente no qual as vidas das mulheres não estão seguras nas suas comunidades e casas. Ele também ocorre quando as autoridades não cumprem suas tarefas legais da maneira devida. Esse caso de Aline Pereira de Santana, é um exemplo da insegurança das mulheres nas comunidades e lares. cidadã feminista


  


Mulher é baleada quando amamentava o filho em João Pessoa


Mulher é baleada quando amamentava o filho em João Pessoa

27/06/2012 
 
 
 


A Polícia Civil registrou várias tentativas de homicídios entre a noite desta terça-feira (26) e madrugada de hoje (27). Em um dos casos, uma mulher foi baleada quando amamentava o filho de 1 ano de idade. O crime ocorreu na noite de ontem em João Pessoa.
Segundo informações da polícia, Aline Pereira de Santana, 22 anos, estava na frente de casa na Rua José Murad Tanuss, conhecida como ‘Rua do Rio’, no bairro de Cruz das Armas, na companhia de uma amiga e outras crianças quando dois homens em uma moto chegaram ao local e efetuaram vários tiros que atingiram Aline.
Durante uma investigação no local, a policia foi informada de que o alvo dos assassinos seria a amiga de Aline identificada pelo pré-nome de Cleide.
A vítima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma da Capital, mas não corre risco de morte. Os acusados ainda não foram identificados.
Portal Correio

O projeto Siga Bem Mulher



O projeto Siga Bem Mulher





O projeto Siga Bem Mulher, desenvolvido pela Cepia, é uma parceira que envolve a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Governo Federal, a Petrobrás e a Caravana Siga Bem Caminhoneiro. Tem como objetivo principal levar informações sobre a violência contra as mulheres para os caminhoneiros que participam das Caravanas em diversas cidades do país e obter seu apoio para divulgar estas informações. Os principais temas abordados pelo Siga Bem Mulher são a Lei 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, a Central de Atendimento à Mulher (Disque 180), a Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres e a Campanha Brasileira do Laço Branco. Nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2007 o Siga Bem Mulher visitará as cidades de Maringá (PR), Chapecó (SC), Itajaí (SC) e Embu (SP). 

Caravana Siga Bem está em Cachoeira dos Índios na PB


Caravana Siga Bem está em Cachoeira dos Índios na PB

26/06/2012

 
 
 

Cachoeira dos Índios tem 1 posto das 26 unidades do Siga Bem espalhadas pelo Brasil.

A Caravana Siga Bem realiza evento no Posto Cachoeira, em Cachoeira dos Índios, que será exibido no programa do SBT.

Com mais de oito mil quilômetros percorridos a Caravana Siga Bem, que partiu de Itajaí (SC), no início de abril, chega a Cachoeira dos Índios (PB), para mais uma grande festa. O evento acontece nesta terça e quarta-feira (26 e 27) no Posto Cachoeira. No total, o projeto irá percorrer 17 mil quilômetros passando por 18 Estados brasileiros em seis meses.
A ação envolve diversas ações de responsabilidade social, como a campanha Siga Bem Criança de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes – o Disque 100 – e o Siga Bem Mulher, que abrange ações de conscientização alertando sobre como prevenir e eliminar a violência doméstica e familiar contra as mulheres – o Disque 180.
Durante as paradas, a ação itinerante convida projetos sociais locais para se apresentarem em uma de suas carretas, que foi adaptada para se transformar em palco. Desde que foi lançada em 2004, a Caravana Siga Bem já percorreu mais de 137 mil quilômetros, visitou 234 municípios brasileiros e contou com a participação efetiva de cerca de 1,3 milhão de motoristas profissionais.
O Siga Bem Mulher é uma ação da Petrobras, desenvolvida em parceria com a Secretaria de Políticas para Mulheres do Governo Federal, que visa conscientizar a população sobre a lei Maria da Penha e divulgar o Serviço Ligue 180, que tem como objetivo orientar as mulheres sobre os seus direitos. Além disso, o programa faz esclarecimentos de como fazer uso dos serviços públicos especializados de atendimento às mulheres em situação de violência.
Do mesmo modo, a Petrobras contribui para o enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes através do Siga Bem Criança. É uma ação que visa divulgar o Disque 100, Serviço da Secretaria dos Direitos Humanos (SDH), desenvolvido em parceria com o CECRIA – Centro de Referência, Estudos e Ações sobre as Crianças e Adolescentes.
Radar Sertanejo

terça-feira, 26 de junho de 2012

Fotógrafo acusado de matar ex-mulher na Paraíba é visto em voo da Tam viajando para Belém do Pará


Fotógrafo acusado de matar ex-mulher na Paraíba é visto em voo da Tam viajando para Belém do Pará

26/06/2012
 
 
 
 
 


Gilberto Stucker

O fotógrafo Gilberto Lira Stuckert Neto pode estar na cidade de Belém, no Estado do Pará. Ele é acusado de ter assassinado a sua ex-mulher, a professora universitária Briggida Rosely de Azevedo Lourenço, de 28 anos de idade. Ela foi encontrada morta dentro do seu apartamento, na rua Professora Maria Lianza, no Jardim Cidade Universitária, no Conjunto dos Bancários, na Capital, na quarta-feira (20).

Uma pessoa que estava no voo JJ 3890 da empresa área TAM informou ao Portal Correio que o fotógrafo Gilberto Stuckert, embarcou no aeroporto dos Gaurarapes, em Recife-PE, às 8h10 desta segunda com destino a cidade de Belém, capital do Pará. O voo estava previsto para chegar às 12h00 ao seu destino.
A pessoa que viu o fotógrafo no interior do avião contou que avisou ao comissário de bordo sobre a sua presença. Relatou que o fotógrafo estava sendo procurado pela polícia da Paraíba, como principal suspeito do assassinato de sua ex-mulher.
O comissário do avião informou que nada poderia fazer para impedir que o fotógrafo viajasse, pois não possuía nenhum mandado judicial, nem pedido para a sua prisão, tendo o avião partido para Belém.
Quando desembarcou no aeroporto de Belém, a pessoa ainda tentou comunicar o caso à polícia local, mas Gilberto não foi localizado.
O crime
O corpo da professora Briggida Rosely de Azevedo Lourenço, de 28 anos de idade, foi encontrado na tarde da terça-feira (19). Ela estava caída ao chão da sala do apartamento 203, no edifício Pétalas. De acordo com informações da polícia, a vítima apresentava sinais de estrangulamento.
As informações repassadas à polícia pela família são de que o fotógrafo Gilberto Stuckert estava separado da ex-mulher Briggida há cerca de um mês, mas não escondia o desejo de voltar ao relacionamento, pois alegava que “gostava” muito dela.
Atualmente, Gilberto Stuckert estava morando em Brasília. Ele se mudou da Paraíba para lá depois de ter sido aprovado em um concurso público para trabalhar como fotógrafo da Fundação de Desenvolvimento do Vale do São Francisco – Fundevasf.
Ele pediu demissão do emprego e retornou a João Pessoa. Quando chegou, telefonou a ex-mulher e disse que queria ter uma conversa com ela. Na quarta-feira (20), à tarde, o fotógrafo foi até o apartamento da ex-esposa, onde aconteceu a tragédia.
Logo em seguida, o acusado telefonou à mãe de Briggida. Em desespero, ele contou para a mãe da professora que havia perdido a cabeça e feito uma besteira. Chegando ao local do crime, a polícia constatou que a vítima havia sido assassinada por estrangulamento. Briggida Rosely de Azevedo Lourenço era professora universitária e lecionava nas universidade UFPB e Unipê, na cadeira de Arquivologia. A professora tinha uma filha de 11 anos de idade.
Portal Correio